A importância de fazer novas cotações no plano de saúde de a cada 3 meses

A importância de fazer novas cotações no plano de saúde de a cada 3 meses
Publicado por Bianca Ludymila Peres no dia 18/04/2017 em Dicas

Pesquisar variações de preço pode resultar em economia para o usuário.

Diferentemente de algumas assistências e coberturas, como seguro de automóveis ou residenciais, os planos de saúde mudam de valor e aumentam os respectivos custos com o passar do tempo, seja pelo reajuste anual, que não possui regulação da ANS (Agência Nacional da Saúde) no caso de planos coletivos, seja pelo envelhecimento do segurado. Há também a inclusão de novos procedimentos no rol de coberturas obrigatórias e novas tecnologias, dois fatores que também encarecem o serviço. Por isso, é importante realizar cotações de tempos em tempos para saber se existem opções diferentes no mercado que atendam melhor as necessidades do indivíduo e ofereçam valores menores que o atual.

Segundo Marcelo Alves, diretor da Célebre Corretora, empresa do segmento de planos de saúde e seguros no país, o cliente que procura por novas tarifas está em vantagem, pois ele já vem de um cenário não muito favorável e deseja fechar negócio com quem lhe oferecer a melhor opção. “Quando o beneficiário decide trocar de plano é porque não está satisfeito ou não pode mais pagar. Assim, ele decide procurar algo que ofereça um bom custo-benefício e, com certeza, receberá propostas mais atraentes”, explica o diretor.

Para realizar novas cotações, o segurado ou a empresa deve procurar um corretor em média a cada três anos. “Este tempo é o ideal para se traçar um perfil de usuário que o corretor possa utilizar no momento de negociar planos com diferentes empresas. Além disso, após três anos, o segurado já possui embasamento para eliminar coberturas que se mostraram desnecessárias”, sugere Alves.

O diretor da Célebre Corretora também destaca que realizando cotações regulares é possível conseguir uma economia de até 40%. Após optar pela mudança, vale ressaltar que o usuário deve estar atento aos períodos de carência que ele precisará cumprir novamente, sendo que o mínimo para consultas, exames e internações é de 180 dias, segundo a ANS (Agência Nacional da Saúde). “A carência só é excluída em casos bem específicos e o cliente precisa estar ciente de que ele está começando do zero mais uma vez, por isso vale estar com a saúde em dia e não interromper nenhum tratamento”, conclui o executivo.

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